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Comunicação Estratégica: Já desenvolveu a sua?

Comunicação Estratégica: Já desenvolveu a sua?

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Todos nós comunicamos com quem nos rodeia. Mesmo que não estejamos a falar, o nosso corpo comunica com quem está à nossa volta. O mesmo acontece com as empresas/organizações – estão em permanente comunicação com os seus públicos-alvo mesmo quando não dizem nada. Assim, torna-se fundamental que as empresas tenham uma comunicação global e estratégica.

 

Mas, afinal, o que é a comunicação estratégica?

A comunicação estratégica é toda a comunicação que é planeada, intencional e orientada para objetivos específicos. No entanto, nem toda esta comunicação planeada é estratégica.

O conceito de comunicação estratégica não é consensual entre os autores da área, mas todos concordam num aspeto fundamental – a comunicação das empresas é só uma – e é através dela que as empresas criam ativos intangíveis que são impossíveis de replicar, individualizando a empresa.

Reflitamos no seguinte, assumindo como exemplo o mercado digital: hoje há cada vez mais empresas a atuar nesta área, com serviços e produtos extremamente semelhantes. Como é que cada empresa se diferencia dos concorrentes, para além do fator preço?

É aqui que entra em ação a comunicação firmemente deixada para segundo plano – a comunicação organizacional. A comunicação organizacional engloba várias áreas da comunicação como a comunicação com a sociedade civil, a comunicação com os meios de comunicação social, comunicação com o público interno, entre outras. É através desta comunicação que as empresas/organizações irão conseguir transmitir os seus atributos identitários que as tornam únicas, diferenciando-as, assim, dos seus concorrentes.

 

Como desenvolver uma comunicação estratégica?

Em primeiro lugar, devemos pensar a comunicação de dentro para fora, e não ao contrário.  Antes de estudar o seu mercado, estude a sua empresa/organização – quais são os atributos que o distingue? Qual é a sua missão? Onde quer chegar (visão)? Qual a imagem que quer transmitir?

Posteriormente, é preciso ter em mente que a comunicação é involuntária.  Toda a organização comunica, seja de que forma for – comunicação verbal, visual, ou, simplesmente, a falta dela. (Quantos jornalistas já vimos nas notícias à frente de determinada empresa/organização, que se recusa a dar algum esclarecimento?).

Devemos também pensar no conteúdo das mensagens – as nossas comunicações têm diferentes tipos de audiências, que exigem diferentes tipos de comunicação, sempre harmonizadas em todos os canais de comunicação:

  1. primário: refere-se às mensagens que são emitidas relativamente ao comportamento dos produtos da instituição, dos seus recursos humanos e das suas políticas;
  2. secundário: diz respeito a uma comunicação controlada, abrangendo a comunicação de marketing, a publicidade e a promoção;
  3. terciário: relaciona-se com o boca-a-boca/word-of-mouth entre os seus stakeholders e redes de contactos.

Por último, deve ter uma comunicação 360 graus, não podendo esquecer a comunicação para o seu público interno e para a sociedade. É igualmente importante desenvolver o seu perfil comunicativo e de presença em todos os meios de comunicação social, sejam eles tradicionais ou digitais.

 

Hoje, mais do que nunca, é essencial diferenciar-se dos seus concorrentes, mostrando o que melhor caracteriza a sua empresa/organização. E o segredo está na comunicação estratégica. Sempre esteve à vista de todos, mas durante muitos anos ficou escondido na sombra da comunicação de marketing, que se tornou o principal meio de comunicação das empresas/organizações.

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